Violência: retrato de uma vindoura paz
Apesar da
violência e intolerância não serem palavras restritas ao uso no contexto
hodierno, ambas me tem chamado atenção de uma forma especial ao estar, no
momento, refletindo, em angústia, pela lamentável ação violenta e impiedosa de terroristas contra os não simpatizantes da visão deturpada da
religião professada por eles. Esse é um exemplo, mas, outros conflitos tem se
desenrolado entre as nações, causando também
preoucupação.
Lembro-me
do relato bíblico de quando o mau germinou no coração humano pela primeira vez (Gênesis 3), logo após
a desobediência a advertência divina
, passando a sofrer a dor ocasionada pela morte e outros males até então estranhos. E, desenfreadamente, com a expansão da vida na terra, há uma imensa profusão de pecados ao ponto de Deus se “arrepender” de haver criado o homem (Gn 6). E assim, cada vez mais distantes da semelhança em caráter e aparência física do Criador, contemplamos hoje um mundo carente por uma luz no fim do túnel.
, passando a sofrer a dor ocasionada pela morte e outros males até então estranhos. E, desenfreadamente, com a expansão da vida na terra, há uma imensa profusão de pecados ao ponto de Deus se “arrepender” de haver criado o homem (Gn 6). E assim, cada vez mais distantes da semelhança em caráter e aparência física do Criador, contemplamos hoje um mundo carente por uma luz no fim do túnel.
Assim
como Habacuque (Habacuque 1:2-4), muitos se encontram expectantes por obter uma razão de
tanta violência ao perceber a crise atual no mundo, aparentando estar Deus pouco se importando
com essa realidade. Terá o arrependimento em criar o homem (Gênesis 6:6) ter sido razão
para o Criador desistir de intervir nas relações deste planeta? A essa
conclusão muitos chegam, causando desespero e falta de esperança por um mundo
de paz.
Entretanto,
apesar de tamanha crise, nos foi deixada uma razão para sorrir e motivo de
segurança quando ouvimos a maior de todas as promessas bíblicas: o retorno salvador de
Jesus (João 14:1-3). E, por consequência, trazendo para nós uma nova era sem guerras, ausente
de doenças e sofrimentos, sem necessidades de choro ou dor (Apocalipse 21:4). Embora
nem todos conheçam essa mensagem, ou mesmo que muitos a rejeitem, ela contempla
nosso maior anseio: o desejo de viver pra sempre.
Olhar
para o presente deste século é constatar a situação profética anterior ao fim
deste mundo sofredor (Matheus 24), ver então quão verídica é a mensagem do
retorno do nosso amado Jesus, e, por fim, ser feliz pelo acariciar divino sobre
um povo carente de enxergar um futuro feliz e eterno. Entregar-se a esse Deus,
busca-lo diariamente de forma sedenta é o que eu e você necessitamos de fazer.
É o nosso preparo para o fim, que é um recomeço de um novo tempo! Creia nessa ÚNICA ESPERANÇA.

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